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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Professora trabalhou tema da Redação do Enem nos últimos anos

Além de ter desenvolvido várias atividades argumentativas em sala, Giselle Casotti ainda apostou no tema violência contra a mulher na véspera da prova

Professores que acompanharam a edição 2015 do Enem foram praticamente unânimes em dois pontos com relação ao Exame Nacional do Ensino Médio: as provas deste ano foram as mais difíceis da história e o tema da Redação não poderia ter sido mais atual.

Professora de Língua Portuguesa, Redação e Espanhol, de Ensino Fundamental e Ensino Médio, do Colégio Renovação, e da escola municipal Elzira Vivaqua dos Santos, ambos em Jardim Camburi, Vitória, Gisele Casotti faz parte do time de educadores que deu nota 10 para a tema da Redação.

“Ele não poderia ter sido mais atual, urgente e pertinente . Notícias sobre violência contra a mulher, seja ela física, moral, psicológica ou social, são diárias na mídia. São registros de casos reais, em que o machismo impera e traz à tona a polêmica discussão sobre o assunto. Mesmo já havendo tantas denúncias, sabemos que ainda há situações de anonimato, nas quais a vergonha ou o medo escondem a dor. Levar, então, o tema à proposta de Redação foi uma feliz ideia, já que fazer com que os candidatos escrevam e argumentem sobre o problema é uma forma de mostrar à sociedade que apesar de tantas campanhas e novas leis, a violência contra a mulher ainda assusta e incomoda”, argumenta a professora.

Diante da factualidade e relevância do tema, Giselle vinha trabalhando esse tema com seus alunos há anos. E admite ter ficado feliz quando viu o assunto abordado no exame.

“Nos último anos, trabalhei o tema com todas as minhas turmas, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. Acho imprescindível desenvolver nos jovens a consciência crítica sobre o problema. Foram textos, discussões, debates. Em algumas turmas houve até produção de vídeos, teatro e documentários, sempre com uma abordagem bem crítica. Acho importante a formação dessa consciência a respeito dos problemas sociais”, disse.

Giselle, contudo, não foi feliz apenas nas atividades preparatórias desenvolvidas em sala. Na véspera da prova ela estava dando aula numa turma do 3º Ano e os alunos pediram que ela revisasse algumas sugestões de assuntos. “Ao citar a violência contra a mulher alguns ainda me questionaram se o assunto já não estava muito batido. Respondi que jamais seria um assunto batido numa sociedade que ainda se cala diante de tantos casos trágicos e cotidianos”, lembra, finalizando em seguida.

“Tenho certeza que meus alunos tiveram muita tranquilidade e segurança ao se depararem com o tema, visto que estavam preparados para produzir uma boa argumentação”.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Enem: professor de história explica a Primeira Guerra Mundial

Se você está se preparando para o Enem, sabe que alguns assuntos e acontecimentos mundiais devem estar na ponta da língua. E um deles, sem dúvida, é a Primeira Guerra Mundial, que durou quatro anos, causou inúmeras mortes e provocou grandes mudanças no cenário mundial.

"Essa guerra teve caráter destrutivo, com destruição em massa, escombros inimagináveis, não somente prédios, mas seres humanos e valores. Ela vai determinar, na história da humanidade, uma mortandade e uma destruição sem precedentes, o que significa também um marco divisor na história militar", explica o professor de História Manoel Affonso, ao programa Educação, no canal G1.

Segundo ele, a guerra de trincheiras, ou guerra de posições, vai ser a principal característica da Primeira Guerra. A utilização de armas como as metralhadoras leves fazia com que, em poucos minutos, milhares de soldados fossem mortos. "Também surge outra novidade: o uso do avião, que já existia, mas agora adaptado ao combate aéreo e a despejar bombas incendiárias nas trincheiras". A guerra química, que usava o gás cloro, também provocou milhares de mortes.

Por tudo isso, e pelas consequências que trouxe para todo o mundo, a Primeira Grande Guerra é sempre um dos assuntos cotados para cair nas provas do Enem e de vestibulares do País.

Quer saber mais? Leia a matéria completa ou assista ao vídeo aqui.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Enem 2015: Controle sua ansiedade

O Edital 2015 do Enem tem uma mudança que, a princípio, parece boba, mas que fará toda a difença na hora em que os candidatos estiverem em sala para fazer a prova, pois vai exigir maior controle emocional. Os portões fecharão às 13h. Porém, o exame só começará trinta minutos depois, quando os envelopes lacrados forem abertos na frente de todos.

Segundo a professora Andrea Ramal, colunista do G1, para o candidato, essa meia hora de espera pode parecer uma eternidade. "Por isso, será necessária uma dose extra de paciência para controlar a ansiedade e não permitir que ela atrapalhe o trabalho", explica em texto sobre o tema.

Apesar da espera, Andrea afirma que esse é um esforço que pode valer a pena, numa prova que, desde sua criação em 1998, luta contra fraudes e violações.

Leia o texto completo aqui.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

A partir de 2016, inscrição no Fies dependerá exclusivamente do Enem


Estudantes terão de comprovar nota de 450 pontos no Enem e não tirar zero na redação para firmar novos contratos; Ministério da Educação também vai prorrogar o prazo dos aditamentos para junho

A partir de 2016, os candidatos ao benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estarão submetidos a uma nova regra. Eles precisarão comprovar nota mínima de 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não tirar zero na redação para firmar novos contratos.

O Ministério da Educação também anunciou que vai prorrogar o prazo para os aditamentos do primeiro semestre de 2015. Os estudantes terão até 30 de junho para concluir o processo de renovação dos contratos. A portaria com a ampliação do prazo será publicada na quinta-feira (28). Até o momento, cerca de 100 mil alunos ainda não concluíram o processo.

As mudanças nas regras de concessão do financiamento constam da Portaria Normativa nº 7/2015 do MEC, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). A portaria entra em vigor em 1º de janeiro de 2016.

A medida faz parte de uma reformulação do programa. A exigência estende-se a todos os candidatos, incluindo professores da rede pública e estudantes que concluíram o ensino médio antes de 2010.

O Fies é um programa do Ministério da Educação destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores presenciais não gratuitos e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.

Podem pedir o financiamento estudantes de cursos com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), oferecidos por instituições particulares de ensino que tenham aderido ao programa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vinte e dois alunos do Renô que estão no 3o Ano do Ensino Médio farão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que serão realizadas neste sábado (8) e domingo (9), a partir das 13h, no horário de Brasília. 

As provas têm um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação. No sábado, os candidatos farão a prova de ciências humanas e a de ciências da natureza, ambas com 45 questões. O tempo mínimo para permanecer na sala é de duas horas, e o tempo máximo para resolver as questões é de quatro horas e meia.

Já no domingo, o Enem aplica as provas de linguagens e códigos, que engloba português e língua estrangeira (inglês ou espanhol) e de matemática, além da prova de redação. Nesse dia, a duração máxima do exame é maior: cinco horas e meia. Em ambos os dias de prova, para levar o caderno de questões, o candidato só pode sair da sala de aula nos últimos 30 minutos da prova.

Para os candidatos que farão o Enem, o final de semana vai exigir muita concentração e tranquilidade. E a supervisora do Ensino Médio do Renovação, Maria Bernadete Nardoto Lucrécio, dá algumas dicas para esses jovens.

- Dormir cedo;
- Se alimentar bem;
- Revisar o material estudado;
- Separar o documento de identificação para ser levado ao local de prova;
- Não esquecer de levar caneta transparente preta. lápis, borracha e régua);
- Levar um lanchinho (barra de cereal, suco)
- Sair de casa com, no mínimo, uma hora de antecedência para não chegar atrasado.

Boa sorte, galera!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Enem: 10 ferramentas gratuitas para alunos se prepararem para prova e redação

O site Último Segundo selecionou 10 ferramentas - entre aplicativos, plataformas e sites - gratuita que ajudam os alunos a se prepararem para o exame. Veja alguns deles aqui. A lista completa você encontra no site

1. Simulado iG/Bernoulli
Pelo teste que aborda todas as áreas do Enem, o candidato pode testar seus conhecimentos sobre os assuntos mais recorrentes do exame

2. AppProva
Ferramenta testa os conhecimentos do candidato sobre os assuntos do Enem dentro do próprio ambiente do Facebook.

3. Ligado no Enem

Plataforma desenvolvida em parceria com a Fábrica de Aplicativos oferece, gratuitamente, 250 aulas de todas as disciplinas.

4. AulaLivre.net
Oferece aulas de diversos temas do Enem, inclusive videoaulas que explicam estratégias para a realização da redação do exame. Há ainda apostilas e banco de provas.

5. Descomplica
Portal também possui uma série de videoaulas voltadas para assuntos do Enem e produção de textos.

Veja  a lista completa aqui.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Das 10 maiores federais, apenas UFRGS e UFPE resistem ao Enem/Sisu

O plano do MEC de que o Enem substitua os vestibulares começa a se efetivar, com a adesão das maiores universidades ao sistema unificado

Em março deste ano, o portal Terra fez um levantamento sobre as universidades federais do País que ainda não aderiram ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em substituição aos vestibulares tradicionais. Das dez maiores instituições federais, seis ainda não haviam aderido ao modelo do Ministério da Educação (MEC), mas a maior parte delas estudava mudanças para este ano. Passados quase três meses, apenas duas ainda resistem em aderir ao Sisu: a Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Federal de Pernambuco (UFPE). 

No dia 18 de junho, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), que já utilizava o Enem como primeira fase do vestibular, anunciou que desistiu do modelo de seleção própria e que, a partir de 2014, todos os seus alunos serão escolhidos por meio do Sisu. Em março, o pró-reitor de Graduação, Ricardo Miranda, havia confirmado que a mudança não tinha acontecido ainda porque o modelo do MEC enfrentava algumas resistências dentro da universidade.

Na Federal do Pará (UFPA), a decisão de acabar com a seleção própria – e adotar o Enem - foi tomada no começo deste mês. A instituição alegou dificuldades orçamentárias para a aplicação do vestibular após a presidente Dilma Rousseff ter sancionado lei, em abril, que isenta do pagamento da inscrição alunos de escola pública e bolsistas integrais na rede particular. 

Em abril deste ano, a Universidade de Brasília (UnB) também confirmou a adesão ao Sisu, com o fim do vestibular de verão. No entanto, a instituição optou por manter a seleção de inverno e o programa de avaliação seriada. Na Federal da Paraíba (UFPB), a mudança ocorreu em maio, com o fim da avaliação seriada e adoção apenas do Sisu.

Além da UFBA, UFPA, UnB e UFPB, outras quatro universidades federais do País – já haviam aderido ao Enem: Federal de Minas Gerais (UFMG), Federal Fluminense (UFF), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Na lista das dez maiores – segundo o Censo da Educação Superior – restam apenas a UFRGS e a UFPE.

UFPE já utiliza o Enem como primeira fase

Em maio deste ano, a reitoria da UFPE confirmou que vai manter o Enem, incluindo a redação, como primeira etapa e provas específicas aplicadas pela instituição como a segunda etapa do vestibular 2014. Já na UFRGS, o uso da nota do Enem é opcional para compor a nota final do vestibular. Em março, a instituição disse que estuda ampliar o peso do exame nacional, mas até agora nenhuma mudança foi anunciada.

*Matéria publicada pelo Portal Terra

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Estudantes que fizeram o Enem 2012 poderão ver hoje correção das redações

  1. Correções terão apenas finalidade pedagógica e não serão passíveis de recurso

A partir desta quarta-feira, 6, os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio 2012 (Enem) terão acesso à correção das redações - o horário de liberação do acesso não foi divulgado. O estudante deverá acessar o site do Enem (com o CPF ou o número de inscrição e a senha). As correções terão apenas finalidade pedagógica, ou seja, não serão passíveis de recurso. Ao todo, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) foram corrigidas 4.113.558 redações, das quais 1,82% estavam em branco e 1,76% obtiveram nota zero. Os candidatos já tiveram acesso às notas, divulgadas no dia 28 de dezembro do ano passado.

No início do ano, estudantes de todas as regiões do país recorreram à Justiça para conseguir acesso à correção antes do período de inscrição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), pelo qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem. Casos como o de Thanisa Ferraz de Borba chegaram a ameaçar o cronograma do Sisu que, por decisão da Justiça Federal em Bagé, no Rio Grande do Sul, só poderia encerrar o prazo de inscrição após o julgamento da ação.

No entanto, os tribunais regionais federais das diferentes regiões suspenderam as liminares que determinavam a vista antecipada dos espelhos de correção, entendendo que o edital do Enem prevê apenas a vista pedagógica e que leva em conta rigorosamente o previsto no termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado pelo Ministério da Educação com o Ministério Público Federal.

Muitos estudantes sentiram-se injustiçados. Thais Bastos obteve a nota 400 na redação do Enem. "No ano passado, tirei 700. Neste ano, estudei muito mais, não posso ter ficado com essa nota", disse. Além disso, ela comparou o que escreveu com redações disponíveis em revistas e manuais, "As redações que receberiam a nota que eu tirei continham erros de português e um vocaubulário infantil". Ela foi uma das que levaram o caso à Justiça e chegou a ganhar o direito da vista antecipada, até que o ministério recorreu e venceu.

Thais deseja cursar engenharia química na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição cujo ingresso é feito, para a maior parte das vagas, apenas pelo Sisu, com base na nota do Enem. Como o exame é anual, no segundo semestre a estudante concorrerá com a mesma nota que, segundo ela, é insuficiente. Mesmo que não esteja previsto no edital do exame, ela pretende entrar novamente com recurso, caso discorde da correção.

Ela não está sozinha. No Facebook, mais de 3 mil ususários apoiam a página Ação Judicial - Enem. No espaço, trocam experiências e pedem modelos mais transparentes de seleção.

Em nota, o MEC diz que os "critérios de correção das redações do Enem foram aperfeiçoados e são mais rigorosos". Segundo a pasta, os textos produzidos pelos candidatos passaram por dois corretores de forma independente e foram avaliados segundo cinco itens de objetividade. Caso haja diferença maior que 20% na nota final entre esses dois corretores, a redação é lida por um terceiro corretor. E se, ainda assim, a discrepância persistir, ou seja, a diferença entre as três notas for superior a 200 pontos, a dissertação passa para uma banca examinadora composta por três professores avaliadores, que dão então a nota final ao participante.

Os cinco itens de competência avaliados foram: domínio da língua portuguesa, compreensão do tema proposto, capacidade de selecionar e organizar ideias, demonstração de conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação e apresentação de solução para a proposta dissertativa. Cada um dos corretores atribuiu nota até 200 pontos para cada uma dessas competências. Havendo discrepância maior que 80 pontos em cada uma das competências, o terceiro corretor avalia e atribui notas segundo o mesmo critério.

Com informações de: Estadão.edu, com Agência Brasil

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Enem: Renovação no caminho certo


Dois textos trabalhados em sala de aula caíram na prova aplicada em outubro. Em 2011, a escola su­perou a pontuação obtida em 2010. A expectativa é de que o resultado deste ano seja ainda melhor

Carla e Pedro não perderam tempo e participaram do Enem 2012
para ganhar experiência e fazer bonito no ano que vem
Os alunos do 3º Ano que fi­zeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), do Ministério da Edu­cação (MEC), estão comemorando! Isso porque dois textos trabalhados pela professora de Língua Portugue­sa, Eliana Thompson, em sala de aula caíram na prova deste ano, aplicada em outubro. Fato que comprova que o Colégio Renovação está no cami­nho certo.

De acordo com a professora, a escolha dos livros Antigamente, de Carlos Drummond de Andrade, e Ca­beludinho, de Manoel de Barros, usa­dos pela banca que elaborou o Enem é o resultado de muito pesquisa. 

“Não foi por acaso. Nossa equipe se preocupa em saber qual a linha seguida pela banca que ela­bora a prova. Ao analisarmos as últi­mas edições, percebemos que alguns temas caem com mais frequência. Como é o caso das variações linguísticas, presentes nas obras citadas”, ressalta.

Desde que as principais uni­versidades do país passaram a utili­zar o Enem como parte do vestibular, a prova passou a ter maior importân­cia para quem deseja ingressar no Ensino Superior. E é claro, passou a ser uma das prioridades no Renô.

Tanto que os alunos se pre­param para a avaliação desde o En­sino Fundamental, com produção de textos e leitura aplicada. Um trabalho que gera resultados. Pelo segundo ano consecutivo, a escola superou sua média no Enem. Em 2011, o colégio obteve média de 570,10 e superou a marca de 2010, quando a escola atingiu 566,47.

Treineiros

Além do trabalho pedagó­gico, o Renô também incentiva os alunos do 2º Ano a fazerem a prova como treineiros. Uma forma de co­nhecer a metodologia da avaliação e ganhar experiência.

“Gostei muito de fazer o Enem. Fiz porque acredito que é uma forma de me preparar para o ano que vem, quando será para va­ler. Agora que tenho noção de como são as questões, fica mais fácil estu­dar para conseguir melhorar minha pontuação”, afirma Pedro Henrique Cabral.

Ele e outros nove alunos do 2º Ano usaram a avaliação deste ano para testar os conhecimentos e se preparar para encará-la mais tranquilos no ano que vem. Será? Para Carla Regina Nascimen­to, que fez a avaliação por orienta­ção e incentivo do pai, a experiên­cia conta, mas o frio na barriga...

“Ah, eu acho que ano que vem vou ficar um pouco mais nervo­sa porque será para valer (risos). Mas como já terei passado pela situação, já saberei como me preparar para a prova”.
Eliana concorda. “Como o Enem é uma prova cansativa e ex­tensa, ajuda muito quando o aluno já tem noção do tempo que deve gastar em cada questão e como elas são elaboradas. Assim, não será algo absolutamente novo para ele”.

Foto: Katarine Rosalem