É possível educar sem bater nos filhos? Esse foi o tema de uma matéria especial publicada no Jornal A Gazeta deste domingo, 8 de maio. E dois dos entrevistados fazem parte da Família Renô: uma de nossas pedagogas, Rafaela Moura Sá, e Marta Rossini, mãe de nossos alunos Artur, Vitor e Laura. Pais e mães de plantão, vale a pena a leitura!
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segunda-feira, 9 de maio de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
Como evitar que seu filho cresça mimado
E não é que o Renô pintou novamente nas páginas de A Gazeta para tratar de outro assunto relevante? Em 21 de fevereiro, nossa supervisora do Ensino Médio, Bernadette Lucrécio, foi uma das entrevistadas para uma matéria que falava sobre como evitar que nossos filhos cresçam mimados. E além da entrevista, tivemos, ainda, a participação mais que especial do casal Anderson Angusto Reis e Janaína Paoliello. Pais de nossos alunos Gustavo e Isa, eles são ótimos exemplos a serem seguidos...
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Mochilas pesadas podem provocar sérios danos à coluna das crianças
A musculatura infantil ainda está em desenvolvimento e não sente de imediato as consequências do excesso de peso e, por isso, muitos problemas aparecem na fase adulta, quando já é tarde demais para corrigi-los
Se o seu filho está andando com a postura curvada, ombros inclinados para a frente ou sentindo dor nas costas, é hora de ligar o pisca-alerta e fiscalizar a bolsa que ele leva para a escola. A causa pode estar na mochila, ou melhor, no que está dentro dela.
Segundo o profissional de Educação Física Bruno Viguini, a infância é o período que a musculatura ainda está em desenvolvimento e qualquer atividade além do permitido pode comprometer esse processo e causar problemas difíceis de serem corrigidos na fase adulta. “A musculatura e as articulações das crianças ainda estão em fase de desenvolvimento, por isso ainda não são susceptíveis a dores. Nessa fase, portanto, a criança não sente dor a ponto de corrigir a musculatura. Isso só vai acontecer na fase adulta, depois de anos de má postura e nem sempre será possível corrigir”, explica.
O excesso de peso sobre os ombros pode atrapalhar o crescimento da criança e provocar uma disfunção corporal chamada escoliose, quando a coluna assume a forma de um S ou C. Outro problema é a hipercifose, um desalinhamento da cadeia muscular quando a criança joga os ombros para a frente para compensar o peso nas costas. “Ela não vai sentir essas dores logo de cara e isso pode estar contribuindo para doenças irreversíveis a médio e longo prazo”, alerta Bruno.
Uma boa solução é utilizar as mochilas de carrinho. Entretanto, fica mais um alerta: se a caminhada do trajeto casa–escola for longo, a criança deve alternar os braços, por exemplo, ir para a escola puxando o carrinho com a mão direita e voltar com a esquerda. “O alinhamento da alça de tração da mochila tem que ser de forma que o ombro não precise ficar muito esticado para baixo e nem com o braço muito puxado para cima, tem que estar alinhado”, aconselha o especialista.
Também vale conversar com a escola e ver a possibilidade de um espaço onde as crianças podem deixar alguns pertences, observar se o aluno está levando realmente o que é indispensável e trabalhar a consciência postural da criança, além de consultar um médico ortopedista pelo menos uma vez por ano ou estar sempre alerta à postura do pequeno.
Matéria publicada pelo Caderno Especial de Educação do Folha Vitória
Se o seu filho está andando com a postura curvada, ombros inclinados para a frente ou sentindo dor nas costas, é hora de ligar o pisca-alerta e fiscalizar a bolsa que ele leva para a escola. A causa pode estar na mochila, ou melhor, no que está dentro dela.
Segundo o profissional de Educação Física Bruno Viguini, a infância é o período que a musculatura ainda está em desenvolvimento e qualquer atividade além do permitido pode comprometer esse processo e causar problemas difíceis de serem corrigidos na fase adulta. “A musculatura e as articulações das crianças ainda estão em fase de desenvolvimento, por isso ainda não são susceptíveis a dores. Nessa fase, portanto, a criança não sente dor a ponto de corrigir a musculatura. Isso só vai acontecer na fase adulta, depois de anos de má postura e nem sempre será possível corrigir”, explica.
O excesso de peso sobre os ombros pode atrapalhar o crescimento da criança e provocar uma disfunção corporal chamada escoliose, quando a coluna assume a forma de um S ou C. Outro problema é a hipercifose, um desalinhamento da cadeia muscular quando a criança joga os ombros para a frente para compensar o peso nas costas. “Ela não vai sentir essas dores logo de cara e isso pode estar contribuindo para doenças irreversíveis a médio e longo prazo”, alerta Bruno.
Uma boa solução é utilizar as mochilas de carrinho. Entretanto, fica mais um alerta: se a caminhada do trajeto casa–escola for longo, a criança deve alternar os braços, por exemplo, ir para a escola puxando o carrinho com a mão direita e voltar com a esquerda. “O alinhamento da alça de tração da mochila tem que ser de forma que o ombro não precise ficar muito esticado para baixo e nem com o braço muito puxado para cima, tem que estar alinhado”, aconselha o especialista.
Também vale conversar com a escola e ver a possibilidade de um espaço onde as crianças podem deixar alguns pertences, observar se o aluno está levando realmente o que é indispensável e trabalhar a consciência postural da criança, além de consultar um médico ortopedista pelo menos uma vez por ano ou estar sempre alerta à postura do pequeno.
Matéria publicada pelo Caderno Especial de Educação do Folha Vitória
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
Brincadeiras ajudam no desenvolvimento e aprendizado das crianças
Brincar de esconde-esconde, jogar dominó ou jogo da velha ajuda a criança a aprender a se socializar, interagir com outras crianças e desenvolver suas coordenações motoras
Pode parecer uma simples brincadeira de boneca, um amontoado de peças de madeira ou uma massa de modelar ganhando alguma forma, mas na verdade, a criança está soltando sua imaginação e colocando em prática aprendizados e valores que a acompanharão por toda sua vida, como aprender a dividir, a perder e a respeitar a vez do outro.
“Na escola procuramos trabalhar as brincadeiras como uma forma de educar, de aprender. O lúdico, a prática de contato com a brincadeira, tudo isso é uma forma de socialização, de interação entre eles, de saber perder e ganhar. A ideia é entender o verdadeiro objetivo das brincadeiras”, conta a professora Rochely Ferreira Bernardo Costa.
Segundo ela, a escola acaba fazendo o papel de resgatar essas brincadeiras e mostrar para a família sua importância durante a infância, já que, muitas vezes, elas não têm tempo para esses momentos com os pais em casa. “As tecnologias tiraram as brincadeiras mais antigas da rotina das crianças. Muitas vezes, o menino fica quieto na frente do vídeo game ou do computador e na escola ele pode desenvolver esse lado mais lúdico”, explica Rochely.
E nesse processo de aprendizado, os brinquedos educativos têm um papel importante, desde que respeite um requisito: a idade e a maturidade da criança. Ou seja, insistir, por exemplo, que a criança aprenda números ou escrita - mesmo que seja durante uma brincadeira – não a fará mais inteligente se ela não estiver pronta para receber esse conhecimento.
Brincar para aprender
Pode parecer uma simples brincadeira de boneca, um amontoado de peças de madeira ou uma massa de modelar ganhando alguma forma, mas na verdade, a criança está soltando sua imaginação e colocando em prática aprendizados e valores que a acompanharão por toda sua vida, como aprender a dividir, a perder e a respeitar a vez do outro.
“Na escola procuramos trabalhar as brincadeiras como uma forma de educar, de aprender. O lúdico, a prática de contato com a brincadeira, tudo isso é uma forma de socialização, de interação entre eles, de saber perder e ganhar. A ideia é entender o verdadeiro objetivo das brincadeiras”, conta a professora Rochely Ferreira Bernardo Costa.
Segundo ela, a escola acaba fazendo o papel de resgatar essas brincadeiras e mostrar para a família sua importância durante a infância, já que, muitas vezes, elas não têm tempo para esses momentos com os pais em casa. “As tecnologias tiraram as brincadeiras mais antigas da rotina das crianças. Muitas vezes, o menino fica quieto na frente do vídeo game ou do computador e na escola ele pode desenvolver esse lado mais lúdico”, explica Rochely.
E nesse processo de aprendizado, os brinquedos educativos têm um papel importante, desde que respeite um requisito: a idade e a maturidade da criança. Ou seja, insistir, por exemplo, que a criança aprenda números ou escrita - mesmo que seja durante uma brincadeira – não a fará mais inteligente se ela não estiver pronta para receber esse conhecimento.
Brincar para aprender
Brincar é fundamental para a infância. Veja o que o seu filho aprende com cada brincadeira e o ajude a aprender brincando:
- Ao jogar com um amigo, a criança precisa conversar, ouvir, esperar a sua vez, tolerar a frustração de perder, seguir regras e aprender a negociar. Com isso ele aprende a se socializar, ser flexível, trabalhar em grupo e compartilhar.
- Nas clássicas brincadeiras de rua, como o esconde-esconde, pega-pega, queimada e tantas outras, a criança estimula as coordenações motoras grossa e fina, além de exercitar o equilíbrio, as habilidades com as mãos e os pés e a destreza dos dedos.
- Ao modelar massinhas, a criança solta a criatividade ao inventar o que quiser. Isso estimula a parte sensorial, o tato, a visão e até o olfato, além da coordenação motora fina.
- Brincar de boneca, de casinha, fingir que é um super-herói ou que está dirigindo um carro favorece as representações do dia a dia. Quando a criança dá bronca na boneca ou no ursinho de pelúcia, ela está mostrando a forma que encontrou para lidar com o “erro” e amadurecer.
- Ouvir e ler histórias, e brincar com fantoches permitem que seu filho construa histórias e, por meio delas, aprenda a lidar com os desafios, além de deixar a vida muito mais divertida.
Publicado no Caderno Especial de Educação do Folha Vitória.
- Ao jogar com um amigo, a criança precisa conversar, ouvir, esperar a sua vez, tolerar a frustração de perder, seguir regras e aprender a negociar. Com isso ele aprende a se socializar, ser flexível, trabalhar em grupo e compartilhar.
- Nas clássicas brincadeiras de rua, como o esconde-esconde, pega-pega, queimada e tantas outras, a criança estimula as coordenações motoras grossa e fina, além de exercitar o equilíbrio, as habilidades com as mãos e os pés e a destreza dos dedos.
- Ao modelar massinhas, a criança solta a criatividade ao inventar o que quiser. Isso estimula a parte sensorial, o tato, a visão e até o olfato, além da coordenação motora fina.
- Brincar de boneca, de casinha, fingir que é um super-herói ou que está dirigindo um carro favorece as representações do dia a dia. Quando a criança dá bronca na boneca ou no ursinho de pelúcia, ela está mostrando a forma que encontrou para lidar com o “erro” e amadurecer.
- Ouvir e ler histórias, e brincar com fantoches permitem que seu filho construa histórias e, por meio delas, aprenda a lidar com os desafios, além de deixar a vida muito mais divertida.
Publicado no Caderno Especial de Educação do Folha Vitória.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Projeto Mala Viajante une estudantes e família e incentiva a leitura
Esta semana começou em ritmo de Mala Viajante no Renô. O famoso projeto que movimenta as turmas do 2º Ano tem por objetivo criar o desejo e o prazer pela leitura desde cedo nos pequenos e sua dinâmica é bem simples! Cada semana, através de sorteio, a mala vai para a casa de um aluno ou aluna. E o que tem dentro dela? Um livro!!!!!
Num primeiro momento, cada aluno lê, sozinho, a obra escolhida. A seguir, ele deve ler a história novamente. Só que na companhia da família. E no dia marcado pela professora a Mala Viajante deve retornar ao colégio.
E no dia de devolver a mala... O aluno, junto com um familiar, deve contar - e interpretar! - a história que leu.
Além de mostrar aos pequenos como é divertido e fascinante o mundo da leitura, o projeto promove aquela famosa interação entre família e escola fundamental para garantir o processo de ensino-aprendizagem. Vejam algumas fotos que rolaram nas últimas apresentações...
Veja as fotos na nossa fanpage!
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Música e conhecimento: essa dupla tem tudo a ver
Colégio Renovação homenageia artistas capixabas durante a Mostra Cultural 2015
“É uma emoção indescritível a que estamos sentindo... É como se estivéssemos em cima do palco. Trabalhamos há 15 anos com música e estamos muito honrados. Atitudes como essa é que nos dão força pra continuar...”
A afirmação acima é do guitarrista da banda Macucos, Xande. O grupo de reggae, um dos mais famosos do Estado, foi um dos homenageados da Mostra Cultural 2015 do Colégio Renovação – A Música Capixaba Acontece Aqui. O projeto interdisciplinar anual foi realizado entre os meses de agosto e setembro, envolvendo as turmas da Educação Infantil ao 5º Ano do Ensino Fundamental.
Além do Macucos, os outros artistas escolhidos para terem sua obra estudada a apresentada em cinco dias de apresentações foram Carlos Papel, Kleber Simpatia – intérprete da Unidos de Jucutuquara –, Paulão do Cavaco, Plínio Soares, Carlos Bona e até o Rei Roberto Carlos.
O tema da Mostra foi definido ano passado e resultado de algumas reuniões da equipe pedagógica. Segundo a supervisora da Educação Infantil, Rafaela Martins Moura Sá Muzi, a equipe queria um tema bem interdisciplinar, que agregasse valor ao conteúdo teórico trabalhado em sala e que, acima de tudo, fosse interessante e prazeroso aos olhos das crianças.
Além do feedback positivo dos pais e convidados que marcaram presença nos dias de evento, ela destacou a disponibilidade e carinho dos artistas capixabas. Todos, com exceção de Roberto Carlos, acompanharam de perto as apresentações das turmas e comandaram mini shows. Mas na ausência de Roberto, pais e familiares tiveram a chance de curtir os maiores sucessos do Rei na voz de seu cover Fábio Freitas.
Cantor, compositor e violonista, o carioca de nascimento e capixaba de coração Carlos Papel foi o primeiro capixaba a ser homenageado, em 22 de agosto, e citou as crianças ao falar daquele momento. “O carinho que a gente recebe de uma criança é especial, pois elas são puras e muito sinceras. É uma honra receber essa homenagem, pois acho que a música tem papel essencial na educação e a formação da cidadania”, destacou ele.
Publicado no Caderno Especial de Educação do Folha Vitória.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Professora trabalhou tema da Redação do Enem nos últimos anos
Além de ter desenvolvido várias atividades argumentativas em sala, Giselle Casotti ainda apostou no tema violência contra a mulher na véspera da prova
Professores que acompanharam a edição 2015 do Enem foram praticamente unânimes em dois pontos com relação ao Exame Nacional do Ensino Médio: as provas deste ano foram as mais difíceis da história e o tema da Redação não poderia ter sido mais atual.
Professora de Língua Portuguesa, Redação e Espanhol, de Ensino Fundamental e Ensino Médio, do Colégio Renovação, e da escola municipal Elzira Vivaqua dos Santos, ambos em Jardim Camburi, Vitória, Gisele Casotti faz parte do time de educadores que deu nota 10 para a tema da Redação.
“Ele não poderia ter sido mais atual, urgente e pertinente . Notícias sobre violência contra a mulher, seja ela física, moral, psicológica ou social, são diárias na mídia. São registros de casos reais, em que o machismo impera e traz à tona a polêmica discussão sobre o assunto. Mesmo já havendo tantas denúncias, sabemos que ainda há situações de anonimato, nas quais a vergonha ou o medo escondem a dor. Levar, então, o tema à proposta de Redação foi uma feliz ideia, já que fazer com que os candidatos escrevam e argumentem sobre o problema é uma forma de mostrar à sociedade que apesar de tantas campanhas e novas leis, a violência contra a mulher ainda assusta e incomoda”, argumenta a professora.
Diante da factualidade e relevância do tema, Giselle vinha trabalhando esse tema com seus alunos há anos. E admite ter ficado feliz quando viu o assunto abordado no exame.
“Nos último anos, trabalhei o tema com todas as minhas turmas, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. Acho imprescindível desenvolver nos jovens a consciência crítica sobre o problema. Foram textos, discussões, debates. Em algumas turmas houve até produção de vídeos, teatro e documentários, sempre com uma abordagem bem crítica. Acho importante a formação dessa consciência a respeito dos problemas sociais”, disse.
Giselle, contudo, não foi feliz apenas nas atividades preparatórias desenvolvidas em sala. Na véspera da prova ela estava dando aula numa turma do 3º Ano e os alunos pediram que ela revisasse algumas sugestões de assuntos. “Ao citar a violência contra a mulher alguns ainda me questionaram se o assunto já não estava muito batido. Respondi que jamais seria um assunto batido numa sociedade que ainda se cala diante de tantos casos trágicos e cotidianos”, lembra, finalizando em seguida.
“Tenho certeza que meus alunos tiveram muita tranquilidade e segurança ao se depararem com o tema, visto que estavam preparados para produzir uma boa argumentação”.
Professores que acompanharam a edição 2015 do Enem foram praticamente unânimes em dois pontos com relação ao Exame Nacional do Ensino Médio: as provas deste ano foram as mais difíceis da história e o tema da Redação não poderia ter sido mais atual.
Professora de Língua Portuguesa, Redação e Espanhol, de Ensino Fundamental e Ensino Médio, do Colégio Renovação, e da escola municipal Elzira Vivaqua dos Santos, ambos em Jardim Camburi, Vitória, Gisele Casotti faz parte do time de educadores que deu nota 10 para a tema da Redação.
“Ele não poderia ter sido mais atual, urgente e pertinente . Notícias sobre violência contra a mulher, seja ela física, moral, psicológica ou social, são diárias na mídia. São registros de casos reais, em que o machismo impera e traz à tona a polêmica discussão sobre o assunto. Mesmo já havendo tantas denúncias, sabemos que ainda há situações de anonimato, nas quais a vergonha ou o medo escondem a dor. Levar, então, o tema à proposta de Redação foi uma feliz ideia, já que fazer com que os candidatos escrevam e argumentem sobre o problema é uma forma de mostrar à sociedade que apesar de tantas campanhas e novas leis, a violência contra a mulher ainda assusta e incomoda”, argumenta a professora.
Diante da factualidade e relevância do tema, Giselle vinha trabalhando esse tema com seus alunos há anos. E admite ter ficado feliz quando viu o assunto abordado no exame.
“Nos último anos, trabalhei o tema com todas as minhas turmas, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. Acho imprescindível desenvolver nos jovens a consciência crítica sobre o problema. Foram textos, discussões, debates. Em algumas turmas houve até produção de vídeos, teatro e documentários, sempre com uma abordagem bem crítica. Acho importante a formação dessa consciência a respeito dos problemas sociais”, disse.
Giselle, contudo, não foi feliz apenas nas atividades preparatórias desenvolvidas em sala. Na véspera da prova ela estava dando aula numa turma do 3º Ano e os alunos pediram que ela revisasse algumas sugestões de assuntos. “Ao citar a violência contra a mulher alguns ainda me questionaram se o assunto já não estava muito batido. Respondi que jamais seria um assunto batido numa sociedade que ainda se cala diante de tantos casos trágicos e cotidianos”, lembra, finalizando em seguida.
“Tenho certeza que meus alunos tiveram muita tranquilidade e segurança ao se depararem com o tema, visto que estavam preparados para produzir uma boa argumentação”.
Fonte: Folha Vitória
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Dicas para escolher a melhor creche para o seu filho
Escolher a creche onde o filho vai começar sua vida escolar não é uma tarefa fácil. É importante conhecer pontos fundamentais, como infraestrutura e corpo pedagógico
Quando chega o primeiro dia de aula do filho, são os pais que sentem aquele frio na barriga. “Será que meu filho vai se habituar à escola? Será que ele vai sentir minha falta? Será que ele vai comer direitinho? Será que vão cuidar bem dele?”. São muitas as dúvidas que reviram a cabeça dos pais na hora de escolher a instituição que dará início à vida escolar do filho.
Isso se justifica quando nos damos conta de que é lá que a criança vai começar a construir novos laços de amizade, descobrir um novo mundo e adquirir valores que o acompanharão por toda a vida. Alguns itens, porém, devem ser levados em consideração para pôr fim a algumas dessas questões e facilitar o processo de escolha da creche.
Segundo a pedagoga Rafaela Martins Moura Sá, o primeiro ponto importante é conhecer a proposta pedagógica e os profissionais da escola.
“Os pais devem saber qual é a matriz curricular da escola, quais os conteúdos que serão trabalhados com as crianças, além da formação dos professores, saber se são profissionais capacitados. Eles devem ter atenção, por exemplo, à rotatividade de professores dentro da escola. Um nível alto de rotatividade não é legal para a instituição”, explica a pedagoga.
Além dessa, veja outras dicas importantes que o Especial Educação do Folha Vitória separou para ajudar os pais na hora de escolher a escola do filho:
Papel e caneta na mão
Saiba o que você espera da escola. Escreva em um papel pontos indispensáveis como espaço físico, profissionais preparados e atividades extracurriculares. Esses itens vão tornar a busca mais direcionada e fácil.
PesquiseAlguns pais podem se identificar com a primeira escola visitada; já outros vão preferir conhecer umas cinco, no mínimo, antes de bater o martelo. Seja em qualquer um dos dois casos, alguns pontos não podem passar despercebidos. Por exemplo: é importante observar a questão da higiene, ver se o ambiente onde a criança vai ficar e limpo, ventilado e, principalmente, se oferece segurança para o pequeno aluno.
Busque referências
Aproveite o horário de saída ou entrada das crianças, quando muitos pais vão à escola, e converse com eles sobre questões básicas como alimentação, rotina e método de ensino. Suas repostas podem confirmar - ou não - as impressões iniciais.
O que seu filho quer
Se você gostou de mais de uma escola, leve seu filho para conhecê-las e ver o que ele acha. Você poderá perceber se ele gostou ou não do ambiente e até dos professores.
Além da sala de aula
A sala de aula é apenas um dos serviços oferecidos pela creche. Também é função dela cuidar da criança, mantê-la limpa e alimentada. Lembre-se de ter atenção a isso quando visitar a instituição.
Preço x qualidade
A regra do “nem sempre alto custo é sinônimo de boa qualidade” também se aplica no sistema educacional. Manter uma creche tem seus custos, mas é preciso saber se eles são bem investidos, principalmente no corpo pedagógico. Caso contrário, o caro pode sair barato.
Igualdade da sala de aula
Além da mensalidade, a família pode arcar com as atividades que a escola desenvolve ao longo do ano? Caso não, a criança pode não acompanhar os coleguinhas nas atividades extras e acabar prejudicada, além de desenvolver um sentimento de inferioridade. Por isso, o ideal é escolher uma escola que se ajuste a padrão financeiro da casa.
Flexibilidade
Todo mundo está sujeito a imprevistos e eles podem acontecer na hora de buscar o filho na escola. É fundamental conversar com a escola e saber o que pode acontecer caso eles se atrasem no horário de saída. Cada escola tem seu método e algumas cobram taxas extras pelo tempo a mais que a criança permanece ali.
Sonho de mãe
Se a mãe sonha em ver o filho na apresentação do Dia das Mães ou da Páscoa na escola, é importante saber se a escola oferece esse tipo de programação. Algumas não realizam festas nessas datas, enquanto outras fazem as comemorações só para as crianças. Estejam atentos para que este sonho não saia caro.
Quando chega o primeiro dia de aula do filho, são os pais que sentem aquele frio na barriga. “Será que meu filho vai se habituar à escola? Será que ele vai sentir minha falta? Será que ele vai comer direitinho? Será que vão cuidar bem dele?”. São muitas as dúvidas que reviram a cabeça dos pais na hora de escolher a instituição que dará início à vida escolar do filho.
Isso se justifica quando nos damos conta de que é lá que a criança vai começar a construir novos laços de amizade, descobrir um novo mundo e adquirir valores que o acompanharão por toda a vida. Alguns itens, porém, devem ser levados em consideração para pôr fim a algumas dessas questões e facilitar o processo de escolha da creche.
Segundo a pedagoga Rafaela Martins Moura Sá, o primeiro ponto importante é conhecer a proposta pedagógica e os profissionais da escola.
“Os pais devem saber qual é a matriz curricular da escola, quais os conteúdos que serão trabalhados com as crianças, além da formação dos professores, saber se são profissionais capacitados. Eles devem ter atenção, por exemplo, à rotatividade de professores dentro da escola. Um nível alto de rotatividade não é legal para a instituição”, explica a pedagoga.
Além dessa, veja outras dicas importantes que o Especial Educação do Folha Vitória separou para ajudar os pais na hora de escolher a escola do filho:
Papel e caneta na mão
Saiba o que você espera da escola. Escreva em um papel pontos indispensáveis como espaço físico, profissionais preparados e atividades extracurriculares. Esses itens vão tornar a busca mais direcionada e fácil.
PesquiseAlguns pais podem se identificar com a primeira escola visitada; já outros vão preferir conhecer umas cinco, no mínimo, antes de bater o martelo. Seja em qualquer um dos dois casos, alguns pontos não podem passar despercebidos. Por exemplo: é importante observar a questão da higiene, ver se o ambiente onde a criança vai ficar e limpo, ventilado e, principalmente, se oferece segurança para o pequeno aluno.
Busque referências
Aproveite o horário de saída ou entrada das crianças, quando muitos pais vão à escola, e converse com eles sobre questões básicas como alimentação, rotina e método de ensino. Suas repostas podem confirmar - ou não - as impressões iniciais.
O que seu filho quer
Se você gostou de mais de uma escola, leve seu filho para conhecê-las e ver o que ele acha. Você poderá perceber se ele gostou ou não do ambiente e até dos professores.
Além da sala de aula
A sala de aula é apenas um dos serviços oferecidos pela creche. Também é função dela cuidar da criança, mantê-la limpa e alimentada. Lembre-se de ter atenção a isso quando visitar a instituição.
Preço x qualidade
A regra do “nem sempre alto custo é sinônimo de boa qualidade” também se aplica no sistema educacional. Manter uma creche tem seus custos, mas é preciso saber se eles são bem investidos, principalmente no corpo pedagógico. Caso contrário, o caro pode sair barato.
Igualdade da sala de aula
Além da mensalidade, a família pode arcar com as atividades que a escola desenvolve ao longo do ano? Caso não, a criança pode não acompanhar os coleguinhas nas atividades extras e acabar prejudicada, além de desenvolver um sentimento de inferioridade. Por isso, o ideal é escolher uma escola que se ajuste a padrão financeiro da casa.
Flexibilidade
Todo mundo está sujeito a imprevistos e eles podem acontecer na hora de buscar o filho na escola. É fundamental conversar com a escola e saber o que pode acontecer caso eles se atrasem no horário de saída. Cada escola tem seu método e algumas cobram taxas extras pelo tempo a mais que a criança permanece ali.
Sonho de mãe
Se a mãe sonha em ver o filho na apresentação do Dia das Mães ou da Páscoa na escola, é importante saber se a escola oferece esse tipo de programação. Algumas não realizam festas nessas datas, enquanto outras fazem as comemorações só para as crianças. Estejam atentos para que este sonho não saia caro.
Fonte: Folha Vitória
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Projeto Xadrez empolga alunos do Colégio Renovação
Os alunos do 6º e do 8º Ano do Renovação disputaram um minicampeonato de xadrez. Eles aproveitaram o Projeto Xadrez, montado no patio do colégio, e estão aprendendo as técnicas e "manhas" desse jogo de concentração e raciocínio.O projeto é desenvolvido pelo professor de Matemática Marco Aurélio e está fazendo o maior sucesso na escola.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Alunos do 8º Ano contam a história da Independência do Brasil
Na terça-feira, 29 de setembro, alunos do 8º Ano Vespertino, sob a orientação do professor de História Wesley, apresentaram uma peça sobre o processo de Independência do Brasil e o Primeiro Reinado.
Com direito a público e tudo, os meninos e meninas arrasaram e encantaram não só os alunos do 5º Ano, que assistiram à peça, mas também a professora Márcia Machado, que ficou admirada com o que viu.
Wesley, que tem no teatro uma de suas aulas práticas preferidas, dividiu o sucesso com toda a turma. “O mérito é de todos os alunos.”
Com direito a público e tudo, os meninos e meninas arrasaram e encantaram não só os alunos do 5º Ano, que assistiram à peça, mas também a professora Márcia Machado, que ficou admirada com o que viu.
“A história foi apresentada de maneira lúdica e de fácil entendimento. Parabéns ao professor Wesley e aos alunos, foi enriquecedor!”, exaltou.
Wesley, que tem no teatro uma de suas aulas práticas preferidas, dividiu o sucesso com toda a turma. “O mérito é de todos os alunos.”
Veja mais fotos na nossa fanpage!
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quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Carlos Papel visita o Renovação e faz a aleria de alunos e professores
Um dia mágico e especial... Essa é uma boa forma de definir o que foi a terça-feira, 7 de julho, para alunos do 2º Ano do Colégio Renovação.
As turmas das tias Nizete, Penha, Sarah, Valéria, Alessandra e Carla
receberam a ilustre visita do cantor e compositor Carlos Papel, o
artista capixaba que será homenageado por eles na Mostra Cultural 2015.O “Momento Musical com Papel” foi realizado no auditório da escola e nos dois turnos – gente, nosso artista chegou de manhã, se encontrou com meninas e meninos, almoçou com as professoras e retornou à tarde.
Além de terem tido a chance de conhecer Carlos Papel, um dos grandes ícones da música capixaba, os alunos aproveitaram a oportunidade de ouro e entrevistaram o artista. Aliás, Papel foi bombardeado de perguntas e respondeu todas com muita paciência e carisma – qualidades, aliás, dignas dos grandes artistas.
O ponto alto do encontro foi quando um aluno perguntou se compor era difícil. Carlos Papel, então, se propôs a fazer uma canção em parceria com os pequenos e o tema escolhido foi Vitória.
Cada aluno foi falando uma frase, que era anotada pela professora Sarah. A seguir, Papel organizou todas e “alinhavou” a canção, que foi apresentada em primeira mão lá mesmo! E tem mais: ele gravou a música em seu celular e ficou de enviar em CD pra entregar a cada aluno.
A professora de Artes Elizete, tia Lili, acompanhou tudo de perto e ficou encantada com o que viu. “Ele foi carinhoso e atencioso. E ficamos encantadas com sua didática ao lidar com os alunos. Sem dúvida alguma, foi uma experiência muito bacana. Tenho certeza que eles jamais esquecerão deste dia”.
Aproveitando a oportunidade, então, nós do Renô agradecemos o carinho e a sua disponibilidade, Carlos Papel! Obrigada, obrigada, obrigada pela parceria e por abraçar nosso projeto. Temos muitas outras fotos desse momento mágico lá na nossa página no Facebook. Faça-nos uma visita!
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
Dia do trote: brincadeira saudável para descontrai no Renô
Uma brincadeira muito saudável tem agitado os jovens do 3º Ano do Ensino Médio: o Dia do Trote! Nos dias combinados, os alunos devem seguir as "diretrizes" do quadro fixado na sala de aula e que estamos postando aqui em nossa fanpage também. E quem esquece tem que pagar uma prenda em plena quadra da escola e mais R$ 2,00.
A ideia foi dos próprios alunos, ganhou total apoio da escola e está fazendo sucesso! Na sexta-feira 3 de julho, todos apareceram no Renô com roupa de caipira.
A coordenadora da turma, Mirian Angelo, falou pouco, mas disse tudo a respeito da ação. "O Dia do Trote já se tornou uma brincadeira saudável e divertida... E isso é bem o perfil da turma".
A turma está em recesso, mas vejam o que os espera a partir de 3 de agosto...
A ideia foi dos próprios alunos, ganhou total apoio da escola e está fazendo sucesso! Na sexta-feira 3 de julho, todos apareceram no Renô com roupa de caipira.
A coordenadora da turma, Mirian Angelo, falou pouco, mas disse tudo a respeito da ação. "O Dia do Trote já se tornou uma brincadeira saudável e divertida... E isso é bem o perfil da turma".
A turma está em recesso, mas vejam o que os espera a partir de 3 de agosto...
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Educação e confiança: a importância da autoestima na aprendizagem
O que aconteceria se todos as crianças fossem educadas como alguém que tem alta performance de aprendizagem? Segundo a pesquisadora americana Yvette Jackson, o resultado seria alunos confiantes e capazes de desenvolver melhor suas habilidades.
Criadora da Pedagogia da Confiança, ela foi influenciada pelo brasileiro Paulo Freire, um dos defensores da educação emancipadora, e por outros teóricos, como o psicólogo israelense Reuven Feuerstein (1921-2014), que por sua vez foi aluno de Piaget e colega de Freire.
Yvette vem se notabilizando por defender a tese de que todas as crianças podem atingir alta performance de aprendizagem, ideia que está defendida em seu livro Pedagogia da Confiança (ainda não publicado no Brasil).
Apoiada em conhecimentos de neurociências e da cognição, a autora defende que é preciso inverter a lógica de olhar para as deficiências dos alunos, passando o foco para seus pontos fortes.
“A autoestima é reforçada quando professores levam os estudantes a refletir sobre suas fortalezas e a afirmá-las. Estudos demonstram que afirmações positivas podem reprogramar crenças negativas e motivar os alunos a estabelecer metas, o que é muito importante para o amadurecimento e a autorrealização”, explica.
A pesquisadora esteve recentemente no Brasil e concedeu entrevista exclusiva à Revista Educação, onde explica um pouco sobre suas pesquisas. Confira a entrevista completa aqui: "Yvette Jackson: todos os alunos têm potencial para a alta performance".
Criadora da Pedagogia da Confiança, ela foi influenciada pelo brasileiro Paulo Freire, um dos defensores da educação emancipadora, e por outros teóricos, como o psicólogo israelense Reuven Feuerstein (1921-2014), que por sua vez foi aluno de Piaget e colega de Freire.
Yvette vem se notabilizando por defender a tese de que todas as crianças podem atingir alta performance de aprendizagem, ideia que está defendida em seu livro Pedagogia da Confiança (ainda não publicado no Brasil).
Apoiada em conhecimentos de neurociências e da cognição, a autora defende que é preciso inverter a lógica de olhar para as deficiências dos alunos, passando o foco para seus pontos fortes.
“A autoestima é reforçada quando professores levam os estudantes a refletir sobre suas fortalezas e a afirmá-las. Estudos demonstram que afirmações positivas podem reprogramar crenças negativas e motivar os alunos a estabelecer metas, o que é muito importante para o amadurecimento e a autorrealização”, explica.
A pesquisadora esteve recentemente no Brasil e concedeu entrevista exclusiva à Revista Educação, onde explica um pouco sobre suas pesquisas. Confira a entrevista completa aqui: "Yvette Jackson: todos os alunos têm potencial para a alta performance".
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terça-feira, 14 de julho de 2015
Vôlei sentado: alunos aprendem sobre acessibilidade
Quem disse que uma aula de Educação Física não pode gerar conhecimentos que vão além do esporte em si? O professor Rodrigo Muzi provou que isso é possível, sim! Ele apostou numa aula diferente, com foco em acessibilidade, e agradou em cheio às turmas.
Sentados em colchões e sem poder se levantar, meninos e meninas sentiram na pele como é um jogo de vôlei entre atletas cadeirantes.
"Esporte é saúde, qualidade de vida, responsabilidade, comprometimento e, acima de tudo, respeito ao próximo. Foi com esse objetivo que pensei na aula e fiquei feliz em ver que eles compraram a ideia", comentou o professor.
Confira como foi legal a experiência!
"Esporte é saúde, qualidade de vida, responsabilidade, comprometimento e, acima de tudo, respeito ao próximo. Foi com esse objetivo que pensei na aula e fiquei feliz em ver que eles compraram a ideia", comentou o professor.
Confira como foi legal a experiência!
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
Como planejar os estudos?
Noites bem-dormidas, cineminha garantido todo fim de semana e, para completar, notas boas. O segredo? Planejamento!
Junho já está acabando e o período de férias vem chegando aí. Mas se até agora você ficou pendurado na escola, cheio de dificuldades e com o boletim mais vermelho que a bandeira da China, calma! Sempre há tempo de recomeçar e fazer tudo certo desta vez. E "certo" não significa se matar de estudar.
Mantenha o cinema no final de semana e nem pense em diminuir as horas de sono. Isso mesmo: um bom estudo não requer noites em claro nem renúncia à diversão. Ao contrário! Boas noites de sono e tempo para o lazer são fundamentais para manter a disposição para estudar, conforme pesquisas conduzidas pelo cientista Robert Stickgold, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
"Só quando você está ligado no que está fazendo é que o seu cérebro capta adequadamente os estímulos externos, sejam eles a fala de seu professor ou algo escrito", afirma o neurologista Fernando Coronetti Gomes da Rocha, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu. "O interesse e o desejo de prestar atenção no assunto promovem uma ativação cerebral em níveis que permitem a memorização", diz.
Mesmo depois de estar concentrado na realização da tarefa, ainda há diversas maneiras de se tornar mais produtivo. Uma delas é estabelecer prioridades para a mente. O maior desafio de um estudante, a prova de vestibular, pode ser vencida mais facilmente com algumas atitudes, como olhar primeiro a prova inteira e realizar os exercícios mais fáceis antes de responder ao resto. "A melhor maneira é encarar uma prova como um jogo de pega-varetas, em que você tira primeiro as peças que não oferecem risco", compara o professor Sezar Sasson, do Anglo Vestibulares, de São Paulo.
Confira um roteiro para colocar sua vida escolar nos eixos, aqui!
Junho já está acabando e o período de férias vem chegando aí. Mas se até agora você ficou pendurado na escola, cheio de dificuldades e com o boletim mais vermelho que a bandeira da China, calma! Sempre há tempo de recomeçar e fazer tudo certo desta vez. E "certo" não significa se matar de estudar.
Mantenha o cinema no final de semana e nem pense em diminuir as horas de sono. Isso mesmo: um bom estudo não requer noites em claro nem renúncia à diversão. Ao contrário! Boas noites de sono e tempo para o lazer são fundamentais para manter a disposição para estudar, conforme pesquisas conduzidas pelo cientista Robert Stickgold, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Mas, então, qual é a formula mágica para não acabar o ano com a corda no pescoço? Não tem mistério: basta elaborar um bom roteiro de suas atividades e respeitar esse planejamento.
O primeiro passo é admitir que no passado faltou vontade de aprender. Isso porque o desejo sincero de estar ali estudando interfere decisivamente na concentração que se tem. É o que faz diferença, por exemplo, quando você percebe que não estava prestando a menor atenção em alguma leitura, embora esteja efetivamente lendo frase após frase. "O sucesso nos estudos depende da disposição para a tarefa", diz a psicóloga Adriana Machado, do Serviço de Psicologia Educacional da Universidade de São Paulo (USP).
O primeiro passo é admitir que no passado faltou vontade de aprender. Isso porque o desejo sincero de estar ali estudando interfere decisivamente na concentração que se tem. É o que faz diferença, por exemplo, quando você percebe que não estava prestando a menor atenção em alguma leitura, embora esteja efetivamente lendo frase após frase. "O sucesso nos estudos depende da disposição para a tarefa", diz a psicóloga Adriana Machado, do Serviço de Psicologia Educacional da Universidade de São Paulo (USP).
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| Pixabay |
"Só quando você está ligado no que está fazendo é que o seu cérebro capta adequadamente os estímulos externos, sejam eles a fala de seu professor ou algo escrito", afirma o neurologista Fernando Coronetti Gomes da Rocha, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu. "O interesse e o desejo de prestar atenção no assunto promovem uma ativação cerebral em níveis que permitem a memorização", diz.
Mesmo depois de estar concentrado na realização da tarefa, ainda há diversas maneiras de se tornar mais produtivo. Uma delas é estabelecer prioridades para a mente. O maior desafio de um estudante, a prova de vestibular, pode ser vencida mais facilmente com algumas atitudes, como olhar primeiro a prova inteira e realizar os exercícios mais fáceis antes de responder ao resto. "A melhor maneira é encarar uma prova como um jogo de pega-varetas, em que você tira primeiro as peças que não oferecem risco", compara o professor Sezar Sasson, do Anglo Vestibulares, de São Paulo.
Confira um roteiro para colocar sua vida escolar nos eixos, aqui!
Retirado de Educar Para Vencer (com modificações).
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terça-feira, 30 de junho de 2015
Alunos do 9º B Vespertino aprendem Espanhol brincado de Lego
Em via de regra, os professores sofrem quando vão ensinar qualquer conteúdo referente a verbo para os alunos. Na maior parte dos casos, eles apresentam dificuldades, "torcem o nariz" e acabam criando resistência na aprendizagem.
Mas as professora de Espanhol Ana Claudia conseguiu vencer essa resistência! Como? Ela mesma conta:
"Com o intuito de tornar o conteúdo mais leve e deixar a aula mais dinâmica e divertida, fizemos uma brincadeira educativa com Lego na turma do 9º B Vespertino. A atividade, realizada com pequenos grupos, consistia em montar a sequência correta da conjugação de diversos verbos irregulares do espanhol. E ganharia a equipe que conseguisse montar o maior número de sequências".
Depois da brincadeira, veio o dever de casa (é lógico!) para que moças e rapazes praticassem o que aprenderam brincando. E o resultado, mais uma vez, foi positivo! "Todos os alunos fizeram o dever do livro e o índice de acertos foi muito satisfatório", comemora a professora.
Mas as professora de Espanhol Ana Claudia conseguiu vencer essa resistência! Como? Ela mesma conta:
"Com o intuito de tornar o conteúdo mais leve e deixar a aula mais dinâmica e divertida, fizemos uma brincadeira educativa com Lego na turma do 9º B Vespertino. A atividade, realizada com pequenos grupos, consistia em montar a sequência correta da conjugação de diversos verbos irregulares do espanhol. E ganharia a equipe que conseguisse montar o maior número de sequências".
Depois da brincadeira, veio o dever de casa (é lógico!) para que moças e rapazes praticassem o que aprenderam brincando. E o resultado, mais uma vez, foi positivo! "Todos os alunos fizeram o dever do livro e o índice de acertos foi muito satisfatório", comemora a professora.
Confira fotos da atividade!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Desvalorização do professor: um problema antigo e urgente!
A (triste) desvalorização do educador ganhou destaque no Especial Educação do jornal on line Folha Vitória, que está disponível no endereço http://www.folhavitoria.com.br/geral/especial-educacao-2014.
Confira no texto abaixo o que a Doutora em Educação Marisa Terezinha Rosa Valladares tem a falar sobre o assunto:
Atualmente, o Brasil possui cerca de 2,3 milhões de professores vivendo as mais variadas realidades, mas com um ponto em comum: sentindo na pele a desvalorização da profissão. O problema vem de alto, do escalão federal. Dados de 2009 revelaram que para cada R$ 1 investido na educação básica, os estados investiram R$ 0,41, os municípios R$ 0,39 e a União apenas R$ 0,20. Está aí uma equação difícil de entender e de resolver.
Bem, é preciso voltar um pouquinho no tempo para entender um dos fatores que fizeram com que a profissão de professor perdesse seu valor, tanto social quanto econômico, levando em conta, especialmente, a universalização do ensino fundamental iniciada no final da década de 1970 e alcançada em 2000. Acontece que os investimentos em infraestrutura não foram acompanhados por investimentos em pessoas, ao contrário, o aumento na oferta de vagas gerou uma grande demanda pela admissão de profissionais e nem sempre eles tinham a graduação necessária para a profissão de professor, o que tornou o trabalho mais barato.
Com isso surgiu um ciclo: a necessidade de “agilizar” a formação dos professores deu origem aos “cursos rápidos” de formação de professores que, por sua vez, diminuíram a qualidade da profissão.
A entrada das professoras no mercado de trabalho
Por incrível que pareça, a busca da mulher por seu espaço no mercado de trabalho também contribuiu para a desvalorização do status de professor. É fácil entender isso quando, em uma sociedade dominada pelo machismo, a mulher precisava se submeter a remunerações mais baixas para conseguir trabalhar. E o reflexo disso é sentido até hoje, basta observar que o maior contingente de professoras está na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, onde os salários são os mais baixos do País e a demanda de estudantes é consideravelmente maior. Entretanto, à medida que avançamos na hierarquia da educação, esse quadro se inverte. No Ensino Médio existe uma paridade entre homens e mulheres, já no Ensino Superior, onde os salários são atraentes, a predominância de homens é significativa.
Inspiração que vem o Japão
Marisa Terezinha Rosa Valladares, Doutora em Educação, explica que o professor é exigido por todos os lados. O problema é que ele não tem estrutura nem condições de atender a essas exigências. “Para o professor se manter na carreira é preciso meios, e não fins. Ele se desgasta antes de executar o que precisa, o salário é vergonhoso, a maneira como profissional é formado é deficitária. Hoje é um desafio o professor se manter na função a despeito da infraestrutura, da falta de valorização necessária, com esperança, amor, técnica”.
A Doutora – e formadora de novos professores – afirma que a valorização profissional começa a partir do próprio professor. Antes de tudo, é preciso que ele encontre amor no que faz. “O professor precisa ter identidade com a vocação. Ele precisa se valorizar, até mesmo no vestir, tem professor que vai para a sala sem nenhuma identidade. É preciso ler e falar corretamente, senão isso já o desvaloriza perante aluno, escola, sociedade e família”.
O Brasil ainda tem muito a avançar para ser como o Japão, um país reconhecido mundialmente por sua valorização ao profissional da educação. O que não podemos esquecer é que a escola tem seu papel fundamental e insubstituível na formação de um País e uma sociedade consciente.
“Se esse País ainda dá certo, temos que agradecer aos profissionais que fazem dar certo. A despeito de tudo, a escola ainda é o grande agente formador da sociedade. Isso é meio louco, porque ao mesmo tempo em que reconhecemos nossas fragilidades, reconhecemos a importância do nosso papel. É muito cruel a forma como a sociedade trata o professo e o Estado também precisa fazer seu papel”, enfatiza Marisa.
Confira no texto abaixo o que a Doutora em Educação Marisa Terezinha Rosa Valladares tem a falar sobre o assunto:
Atualmente, o Brasil possui cerca de 2,3 milhões de professores vivendo as mais variadas realidades, mas com um ponto em comum: sentindo na pele a desvalorização da profissão. O problema vem de alto, do escalão federal. Dados de 2009 revelaram que para cada R$ 1 investido na educação básica, os estados investiram R$ 0,41, os municípios R$ 0,39 e a União apenas R$ 0,20. Está aí uma equação difícil de entender e de resolver.
Bem, é preciso voltar um pouquinho no tempo para entender um dos fatores que fizeram com que a profissão de professor perdesse seu valor, tanto social quanto econômico, levando em conta, especialmente, a universalização do ensino fundamental iniciada no final da década de 1970 e alcançada em 2000. Acontece que os investimentos em infraestrutura não foram acompanhados por investimentos em pessoas, ao contrário, o aumento na oferta de vagas gerou uma grande demanda pela admissão de profissionais e nem sempre eles tinham a graduação necessária para a profissão de professor, o que tornou o trabalho mais barato.
Com isso surgiu um ciclo: a necessidade de “agilizar” a formação dos professores deu origem aos “cursos rápidos” de formação de professores que, por sua vez, diminuíram a qualidade da profissão.
A entrada das professoras no mercado de trabalho
Por incrível que pareça, a busca da mulher por seu espaço no mercado de trabalho também contribuiu para a desvalorização do status de professor. É fácil entender isso quando, em uma sociedade dominada pelo machismo, a mulher precisava se submeter a remunerações mais baixas para conseguir trabalhar. E o reflexo disso é sentido até hoje, basta observar que o maior contingente de professoras está na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, onde os salários são os mais baixos do País e a demanda de estudantes é consideravelmente maior. Entretanto, à medida que avançamos na hierarquia da educação, esse quadro se inverte. No Ensino Médio existe uma paridade entre homens e mulheres, já no Ensino Superior, onde os salários são atraentes, a predominância de homens é significativa.
Inspiração que vem o Japão
Marisa Terezinha Rosa Valladares, Doutora em Educação, explica que o professor é exigido por todos os lados. O problema é que ele não tem estrutura nem condições de atender a essas exigências. “Para o professor se manter na carreira é preciso meios, e não fins. Ele se desgasta antes de executar o que precisa, o salário é vergonhoso, a maneira como profissional é formado é deficitária. Hoje é um desafio o professor se manter na função a despeito da infraestrutura, da falta de valorização necessária, com esperança, amor, técnica”.
A Doutora – e formadora de novos professores – afirma que a valorização profissional começa a partir do próprio professor. Antes de tudo, é preciso que ele encontre amor no que faz. “O professor precisa ter identidade com a vocação. Ele precisa se valorizar, até mesmo no vestir, tem professor que vai para a sala sem nenhuma identidade. É preciso ler e falar corretamente, senão isso já o desvaloriza perante aluno, escola, sociedade e família”.
O Brasil ainda tem muito a avançar para ser como o Japão, um país reconhecido mundialmente por sua valorização ao profissional da educação. O que não podemos esquecer é que a escola tem seu papel fundamental e insubstituível na formação de um País e uma sociedade consciente.
“Se esse País ainda dá certo, temos que agradecer aos profissionais que fazem dar certo. A despeito de tudo, a escola ainda é o grande agente formador da sociedade. Isso é meio louco, porque ao mesmo tempo em que reconhecemos nossas fragilidades, reconhecemos a importância do nosso papel. É muito cruel a forma como a sociedade trata o professo e o Estado também precisa fazer seu papel”, enfatiza Marisa.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Professor: profissão ou vocação?
Mais um texto muito bacana extraído do Especial Educação do Folha Vitória... Aqui, duas profissionais da educação falam de seu amor pela profissão. Confira!
“Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”. Essas palavras foram ditas por D. Pedro II há mais de 120 anos. E ele estava certo, afinal, estamos falando da profissão que forma todos os outros profissionais.
Apesar de haver certo desprestígio na carreira, salários baixos - o piso nacional da educação para professores com nível médio é de R$ 1.451 para 40 horas semanais -, carga horária alta, revezamento em mais de um emprego, planejamento de aula em pouco tempo, constante atualização e todas as exigências da carreira, ainda há quem consiga enxergar a beleza e a responsabilidade de ser um educador e faz todo esse esforço valer a pena, descobrindo que mais que uma profissão, eles estão lidando com uma vocação, um chamado.
E então, ser professor é uma profissão ou vocação? Quem responde é Ticiana Feitosa, formanda em Pedagogia, e Renata Malverdi, que está em seu primeiro ano como professora de Letras e Literatura Portuguesa. Confira como elas enxergam o desafio e a delícia de estar em uma sala de aula.
Ticiana Feitosa
“Desde criança tive essa vontade de fazer Pedagogia, pelos bons professores que passaram pela minha vida e por influência das minhas tias, que são pedagogas e amam o que fazem. Dentro de sala de aula eu me sinto realizada porque a cada conquista da criança a gente acaba se sentindo um pouco responsável. Ser professora é uma grande responsabilidade! Acho que existem, sim, muitos professores que não gostam do que fazem, mas eu não me imagino em outra profissão, que por sinal ainda precisa ser mais valorizada por ser uma das mais importantes do mundo”.
Renata Malverdi
“Logo no primeiro semestre do curso de Letras entendi que não escolhi, fui escolhida. Acredito que lecionar seja mesmo uma vocação, ensinar é um trabalho muito difícil e poucos se empenham para fazê-lo com louvor. A sala de aula é o espaço de encontro entre alunos, professores e o conhecimento. Nós, professores, nos tornamos um mediador, nosso trabalho é facilitar a transmissão de conhecimentos. A relação com os alunos é, sem dúvida, um dos fatores que mais contribuem para meu entusiasmo e satisfação como profissional. Sei o nome de todos os meus alunos, sei descrevê-los um a um. Isso nos aproxima. É claro que temos obstáculos, mas não há nada tão compensador que um obrigado de um aluno, uma cartinha de carinho, um reconhecimento singelo, mas de grande valia pra quem faz disso uma carreira”.
Se quiser ler a matéria na íntegra, ela está disponível no link http://www.folhavitoria.com.br/geral/especial-educacao-2014/noticia/2014/10/professor-profissao-ou-vocacao.html
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Tecnologia, uma realidade cada vez mais presente na sala de aula
Computador, ultrabook, smartphone, tablet, Ipod, projetor interativo... A cada dia, novas e diferentes tecnologias invadem as salas de aulas e conquistam professores e alunos. Até parece que os bebês de hoje já nascem conectadas e sabendo postar fotos no Facebook e compartilhar no Instagram.
Diante de tanta evolução, é inevitável o surgimento de uma discussão que coloca em xeque o modelo de educação básica no Brasil, que luta para encontrar um espaço nesse mercado tão disputado que é a atenção dos alunos. Afinal, as novas tecnologias são realmente eficientes no processo de aprendizagem? Computador substitui o livro didático?
Para Cleonara Schwartz, coordenadora do programa de Pós-Graduação em Educação da Ufes, as novas tecnologias não vão tirar o papel do livro didático ou de qualquer suporte que sirva ao processo educacional. “Essas tecnologias vêm para facilitar o acesso à informação, elas são outra ferramenta na sala de aula. As mais interativas estão voltadas para a informação ou são para facilitar as relações ensino-aprendizagem. Mas repito, elas não substituem o livro”.
Sobre o uso dessas novas tecnologias, o Mestre em Educação e Avaliação de Sistemas Educacionais Edebrande Cavalieri chama a atenção para a necessidade de capacitar o professor e abrir a mentalidade da escola para receber essas inovações.
“Algumas escolas e professores resistem, achando que a tecnologia é uma forma de distrair a criança. Não é verdade, a escola precisa com urgência se adequar ao uso da tecnologia como ferramenta. Ela não resolve o problema da educação, mas é uma grande evolução para as crianças em processo de aprendizagem”, afirma Cavalieri.
Leia a matéria na íntegra no Especial Educação do Folha Vitória: http://www.folhavitoria.com.br/geral/especial-educacao-2014/noticia/2014/10/tecnologia-uma-realidade-cada-vez-mais-presente-nas-salas-de-aula.html
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Os desafios da educação
A matéria abaixo está publicada no Especial Educação do Folha Vitória e aborda os maiores desafios da educação. Confira!
A garantia à educação de qualidade é um direito assegurado pela Constituição Federal e um princípio fundamental para o exercício da cidadania. Apesar disso, o panorama educacional brasileiro ainda é marcado por desafios a serem superados, como a melhoria do acesso, permanência e aprendizagem com qualidade, o respeito à diversidade e a valorização dos profissionais da educação - seja professor, técnico, funcionário administrativo.
A Doutora em Educação Marisa Terezinha Rosa Valladares lista outro ponto que precisa ser combatido para que a educação avance alguns passos: a comparação entre informação e ensino.
“Existe uma diferença brutal na infraestrutura disponibilizada para o professor e a que existe como meio de informação, e isso causa um equívoco na sociedade que toma informação como educação. O ensino regular ou familiar tem que se preocupar muito com a formação do indivíduo, enquanto os meios de comunicação não têm essa meta. Os meios de informação comunicam e cada um toma para si aquilo que julga correto. Já a escola e a família, como instituições educativas, têm um plano com objetivos claros definidos de formar o cidadão, um ser social”.
O conflito apresentado por Marisa fica evidente quando o educador precisa usar o quadro de giz para competir com um computador de última geração como fonte para o aluno. Isso contribui para a desvalorização do professor perante o estudante e uma sociedade cada vez mais conectada. “Com os meios de comunicação atuais, o aluno interage, viaja, enquanto em muitas escolas ele lida apenas com o livro didático. Isso desvaloriza o profissional da educação”.
Mundo encantado
Para Edebrande Cavalieri, Mestre em Educação e Avaliação de Sistemas Educacionais, um problema desafiador é trazer de volta para o ensino a magia do aprendizado e do conhecimento. “Nós precisamos de uma escola que seja cada vez mais atraente. A escola não ocupa mais o primeiro lugar na atenção das crianças, ela compete com um conjunto de propagandas que seduz, como as tecnologias, a internet. É preciso fazer um reencantamento da escola, ela precisa voltar a ser um lugar encantado, de prazer, de descoberta”.
Esse processo pode começar pela estrutura física da escola. Cavalieri orienta que o ambiente escolar precisa ser bonito, acolhedor, que cause bem-estar. Além disso, o corpo docente e funcionários da escola – do porteiro ao faxineiro – devem estar totalmente engajados na educação.
Outras matérias sobre o assunto podem ser acessadas no guia on line através do link:
http://www.folhavitoria.com.br/geral/especial-educacao-2014
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